Amy Lee revela caos nos bastidores de novo clipe do Evanescence com ratos treinados e crítica às redes sociais
Por Redação Rádio Continental | 19 de maio de 2026
A vocalista Amy Lee abriu os bastidores do novo videoclipe do Evanescence para a música “Who Will You Follow”, faixa que integra o aguardado álbum “Sanctuary”, previsto para chegar às plataformas no dia 5 de junho. A produção mistura estética sombria, crítica ao universo digital e gravações intensas realizadas nas ruas de Los Angeles.
Segundo Amy Lee, o conceito do clipe gira em torno da relação tóxica das pessoas com as redes sociais. A cantora afirmou que a banda enxerga esse universo como um “vampiro” capaz de consumir energia, autenticidade e identidade, ideia que norteia toda a narrativa visual da produção.
O videoclipe foi dirigido por Jensen Noen e contou com cenas gravadas em um cruzamento movimentado do centro de Los Angeles entre 21h e meia-noite. Durante as filmagens, moradores da região reclamaram do barulho enquanto curiosos acompanhavam a gravação pelas ruas.
Amy também revelou que as cenas de performance foram gravadas em velocidade acelerada para criar o efeito de câmera lenta na edição final. O vídeo reúne cerca de 40 figurantes, tornando-se o maior elenco já utilizado em um clipe da banda.
Um dos detalhes mais comentados da produção foi a utilização de 12 ratos treinados em cena. De acordo com a vocalista, a ideia partiu dela própria e chegou a gerar discussão na equipe por conta do custo, estimado em cerca de US$ 2.500 apenas para os animais. Mesmo assim, Amy insistiu na proposta por considerar que os ratos reforçavam a atmosfera caótica e decadente do projeto.
O produtor Zakk Cervini também aparece rapidamente no videoclipe em uma das cenas ambientadas em um lounge. Já o diretor Jensen Noen teria exigido extrema precisão nas gravações, repetindo movimentos e tomadas durante horas para alcançar o resultado desejado.
“Who Will You Follow” faz parte da nova fase do Evanescence e prepara o terreno para “Sanctuary”, sexto álbum de estúdio da banda, que promete aprofundar a estética dramática e sombria que marcou a trajetória do grupo desde os anos 2000.